Blog do CELE

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Canal de divulgação do Centro Espírita Luz da Esperança de São Francisco de Assis. Atendimentos presenciais e a distância a luz da doutrina codificada por Allan Kardec.

Atualizações

17 maio 2019

15 maio 2019

14 maio 2019

17 maio 2019

Lei do trabalho, como lei da Natureza


Quando Allan Kardec, o codificador do Espiritismo, organizou O Livro dos Espíritos, dedicou uma parte da Obra, a 3ª, às Leis Morais.
Elucidando que a fundamental é a Lei Natural, a do Amor, estudou com percuciência as demais, em número de dez, destacando entre outras a Lei do Trabalho.
Indagou o emérito mestre de Lyon às Entidades que administram os destinos da Terra: 647. A necessidade do trabalho é lei da Natureza?

“O trabalho é lei da Natureza, por isso mesmo que constitui uma necessidade, e a civilização obriga o homem a trabalhar mais, porque lhe aumenta as necessidades e os gozos.
O trabalho de qualquer espécie, particularmente aquele que faculta o desenvolvimento ético-moral do ser humano é um Lei Cósmica.
Jesus teve ocasião de afirmar: – Meu Pai trabalha até hoje e eu próprio trabalho.
Após longos períodos de crescimento moral a sociedade entendeu que o trabalho não é uma punição imposta pela Divindade, mas um recurso dos mais valiosos para a educação dos sentimentos e um mecanismo eficaz para facultar o entendimento da vida e a melhor maneira de alcançar-se a plenitude.
De tal forma se compreendeu a necessidade do trabalho útil que a cultura moderna instituiu um dia no calendário dedicado a esse esforço que reúne todas as criaturas de bem a movimentar-se em favor de melhores estruturas de comportamento.
Paradoxalmente, no Dia do trabalho, não se trabalha, como sendo a melhor maneira de respeitar o conceito, dispondo-se de tempo para o repouso, o divertimento, os contatos humanos de encontros e prazeres.
Constata-se o valor moral de um indivíduo, entre outros valores, pela sua capacidade de trabalhar, mantendo-se ativo no cumprimento do dever de contribuir em favor do progresso social e moral de todos, ao tempo em que a atividade lhe constitui verdadeira terapia preventiva a diversos males que atacam o organismo e interferem no comportamento emocional.
A pessoa diligente e operosa que trabalha não dispõe de tempo na sua agenda diária para a futilidade nem a observação perturbadora do comportamento alheio. Compreende que cada pessoa encontra-se em um diferente nível de consciência do dever, administrando, mediante a sua formação ética, todos os atos e oportunidades de que dispõe para o seu desenvolvimento intelecto-espiritual.
A existência planetária tem o fim de estimular as sementes do amor que jazem adormecidas no inconsciente do homem e da mulher, o que normalmente se diz como sendo o deus interno aguardando o momento de expandir-se.
O trabalho é Lei de Deus para a vida.
Por Divaldo Franco, Professor, médium e conferencista
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, 02 de maio 2019.

15 maio 2019

Dia Internacional da Família: existe união familiar sem amor?


Conceitos de segurança, acolhimento e estabilidade são iniciados em nossa vida no ambiente familiar. 

As expressões “coração de mãe” e “estou me sentindo em casa” são bons exemplos disso

A nossa personalidade e autenticidade, sem máscaras nem disfarces, é manifestada dentro do lar. É nele que somos quem somos. Por isso é de fundamental importância saber o que queremos para nós e para nossa família.

Neste Dia Internacional da Família, 15 de maio, reflitamos a respeito das mudanças significativas estão ocorrendo cada vez mais nas famílias:
  • Pais se sentindo culpados por não saberem como educar corretamente seus filhos;
  • A figura paterna passando por muitas alterações;
  • A mãe conquistando seu espaço social e profissional (deixando de ser “rainha do lar” e muitas vezes sendo a “sustentadora do lar”).
Entre outros aspectos que trazem uma “nova cara” familiar, demonstrando a necessidade do nosso esforço em manter um bom relacionamento com os nossos parentes.

Quem não teve ou tem problemas familiares?

O palestrante espírita e comunicador dos programas Agenda Espírita e Momento Espírita, Onivaldo José (conhecido como Niva) define esta questão: “A melhor forma de lidar com os problemas familiares é o dialogo. Sem ele não chegamos a uma solução dentro do amor”.

Ressaltamos também a importância dos fundamentos morais e da base cristã, pois com ela ganhamos mais harmonia e atraímos bons espíritos para dentro do nosso lar. Lembramos também que aquele parente “difícil” que convive conosco, é quem mais nos ensina. Até porque o renascimento reencarnatório é a misericórdia divina propiciando o retorno de relações difíceis para a transformação amorosa na nova vida familiar.

“Como colocar a Lei do Amor em prática se você não possibilita a abertura para um diálogo? Isso requer uma renúncia muitas vezes, e muitas pessoas não aceitam. Você não pode mudar as pessoas, mas pode se mudar. Utilize a humildade, pois uma pessoa orgulhosa não consegue colocar isso em prática” alerta Niva.

Allan Kardec afirma que o amor deve estar sempre presente na constituição familiar como alicerce dos vínculos familiares: “Mas, na união dos sexos, a par da lei divina material, comum a todos os seres vivos, há outra lei divina, imutável como todas as leis de Deus, exclusivamente moral: a lei de amor. Quis Deus que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se lhes transmitisse aos filhos e que fossem dois, e não um somente, a amá-los, a cuidar deles e a fazê-los progredir.” (Allan Kardec – O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo XXII, item 3).

Reflita: os laços de família unidos por Deus pelo verdadeiro amor, nem a morte tem o poder de romper.

14 maio 2019

Kardec - o filme - Personagens - IV


Ruth-Celine Japhet, uma das principais médiuns que ajudou o professor Rivail em suas pesquisas - e que finalmente foi reconhecida na história. Aqui, pelo trabalho magnífico da atriz Julia Konrad

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