O maior passo da cura é reconhecer-se enfermo

José Carlos De Lucca é juiz de direito e estuda, desde muito jovem, temas ligados à espiritualidade, seus livros já venderam mais de um milhão de exemplares e ele já realizou mais de 2.500 palestras focadas em motivação e desenvolvimento do potencial espiritual do ser humano.

O conceito de saúde vai além da mera ausência de doença. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), só é possível ter saúde quando há completo bem-estar físico, mental e social. Nesse contexto, e segundo De Lucca, todos nós estamos doentes de alguma forma. “O maior passo da cura é reconhecer-se enfermo”. Ele falou sobre os métodos terapêuticos que Jesus usou, de acordo com cada necessidade. “A enfermidade é um processo de dentro para fora. Quando invocamos a cura do mestre Jesus, ele pede que nós vivamos o reino da justiça, da paz e do amor”.

José Carlos de Lucca chama a atenção para a abordagem do Cristo, que levantou a questão da verdadeira vontade de ser curado. “Coisas do inconsciente muitas vezes bloqueiam a cura”, ressaltou, citando um dos milagres de Jesus, relatado nos evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, quando Cristo pergunta a um paralítico, em Cafarnaum, se ele quer mesmo ser curado, e diz uma de suas mais famosas frases: Levanta-te e anda!

Segundo ele, a gastrite nervosa, a pressão arterial em desequilíbrio, o câncer e tantas outras doenças são mecanismos, muitas vezes, do inconsciente. Adoecer, em alguns casos, chama a atenção de familiares e amigos, que se desdobram em cuidados e carinho ao doente. “A doença é um grito de alerta. Precisamos ser amados pela nossa exuberância, pelo que temos de bom, não pela nossa miséria”, destacou.

De Lucca lembrou a orientação do Doutor Bezerra de Menezes, que no livro Saúde do Espírito, psicografado por André Ruiz, defende o equilíbrio do corpo pela aquisição da verdadeira saúde: a do espírito. “Não podemos querer apenas a cura do corpo”, ressaltou o palestrante.

Fonte: O Mensageiro

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